Infinito de possibilidades

Tenho em mim todas as possibilidades existentes, e inexistentes. Como escolher apenas um caminho nesse mar de alternativas que levam a destinos tão distintos? Como me limitar em uma vida vulgar, sem brilho, sem alma, quando tenho o infinito dentro de mim? Não vim do nada e vou para o nada como muitos dizem. Vim do tudo, e para o tudo regressarei. Sou um ponto brilhante, um fragmento do universo, contenho o infinito dentro dos meus versos. Então, porque me limitaria em acreditar ser apenas mais uma massa inerte em meio a um grande formigueiro, se posso crer ser um ponto brilhante em meio à vastidão dos cosmos? Qualquer visão é a apenas um visão, qualquer crença é apenas uma crença, mas querendo ou não, elas constroem ou desconstroem nossos caminhos, nossas possibilidades, nossas escolhas. Prefiro escolher crer que possuo o infinito dentro de mim, e  que, por mais fundo que seja a jornada que eu empreender internamente, novas realidades irão continuamente desabrochar, trazendo cada vez mais alegria, paz  e felicidade para minha existência. E  com isso, seguir com a petulância de fazer os que estão ao meu redor, enxergarem que são muito mais incríveis do que possam sequer imaginar.

 Lucas Kafruni

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Sobre a mudança.

Pô vo te conta hein, esse elevador tá sempre demorado. Bá esse tempo não podia tá mais feio hoje né? Nossa to exausto, hoje vai ser só no café. Esse trânsito tá insuportável, assim não dá! Porra, não aguento mais aula toda noite, que saco.

Olha, a realidade, querendo ou não, vai ser sempre a mesma, afinal, nossa sociedade é por si só desorganizada, e uma mudança substancial não vai acontecer enquanto estivermos vivos. Mas isso não quer dizer que nós, por conta do exterior, temos que nos desorganizar a tal ponto que sejamos  um reflexo do que está fora. Pelo contrário, afinal a verdadeira revolução é a interior, e de nada adianta ficar reclamando se não houver um efetivo movimento de mudança exterior. Só que sabemos bem que – apenas – aqueles que estão bem estruturados interiormente, tem a energia propulsora  de agir externamente, de forma a, ao invés de gastar energia em palavras e ações destrutivas, fazer algo construtivo. O resto, em geral, só reclama, reclama e reclama, faça chuva ou faça sol.

Então meu amigo, antes de abrir a boca para contaminar o ambiente e os tímpanos alheios com o lixo mental que você tem produzido, começa a refletir, mas olha, reflete mesmo, lá no fundo do seu ser. Cedo ou tarde, como qualquer pessoa, vais relembrar que, sim, a sociedade é uma merda, os valores estão invertidos, as pessoas estão enlouquecendo, mas que, compete apenas a ti, e isso é um trabalho individual, buscar referências na sociedade para organizar o teu interior, que pode ser – apesar de tudo – organizado, moral, limpo e inabalável.

Afinal, se o exterior está passando através de ti, sem qualquer filtro, de tal forma que tu te tornou apenas um aglomerado de massa negativa, que só enxerga o que é negativo, é hora de fazer uma parada estratégica, e buscar separar o que está dentro, do que está fora. Começar uma reconstrução interna, jogando o que não presta para fora, e absorvendo aquilo que presta para formar teu novo interior, aliado a um novo olhar super critico em relação ao exterior, seja ao meio, ou até mesmo as pessoas a sua volta.

Olhar critico? Sim, pois moldando teu interior de acordo com os valores novos que tu absorver, vai começar a ver a beleza brotando de onde tu não pensaste existir beleza, bem como, criar uma barreira de proteção contra toda sujeira externa que entrava antes dentro de você. Daí, para começar a se contagiar com a beleza da natureza, o sorriso das pessoas, com o azul do céu, com a dança do vento, as crianças e todas pequenas coisas da vida, é um passo. Eis a questão, mude seus referenciais, atualize seus modelos mentais, e dê importância ao que, de fato, tem importância. Se fizer isso, provavelmente vai parar de gastar energia para reclamar, e utilizar essa mesma energia para se aprimorar, e interagir de forma a construir um exterior melhor, seja entre os amigos, família, trabalho, ou até mesmo comunidade, cidade, país, se fores um líder mais global.

Mas o jargão popular já diz, falar é fácil, fazer é difícil. É verdade, mas se alguém não tomar o papel de amigo para nos puxar a orelha de vez em quando, agente segue tropeçando sempre nos mesmos erros. Então, meu propósito não é dar uma aula de moral, até porque sou um eterno aprendiz, mas tentar lembrar certas coisas que eu sei que as pessoas tem guardado no fundo de suas consciências, mas que acabam obscurecidas pela poeira mental que nossa sociedade produz. Além de é claro, prestar um serviço público, lembrando que, o meu ouvido, e o de todos que concordam comigo, não é pinico!

 

Lucas K.

leveza.

Que me levem tudo.
A estima, beleza,
auto-estima,
a cerveja.

Mas que fique a leveza.
Destreza que eu tenho,
de ver a vida,
sem algemas.

Lucas K.

Novos ventos

É a brisa. Nos dois. O vento. A promessa de um invento. Que cure a dor, que traga o amor. É o canto daquelas árvores. Sinfonia do vento. Melodia desconcertante. É o concerto. É a voz do silêncio. São as respostas no ar. Para quem quer mudar. A si mesmo. Ao mundo. É o fim dos tempos. Para os impuros. Imorais. Irracionais. Os tais maiorais. É o vento dos novos tempos. Da sublimação. Energização. Eternização. Dos valores morais. Atemporais. Para os seres imortais. É a chuva que lava a dor. Que traz o amor. Leva o rancor embora. E todos que com ele corrobora. É o lento despertar. Dos cegos de si mesmo. Dos que vivem com o medo. E tentam acordar. É o susurrar dos velhos tempos. Que aqui vem ensinar. Através do novo invento. É chegada a hora de amar.

Lucas K.

Os Idealistas

São os gritos do âmago de um grupo que busca a democracia. É a raiva interiorizada de repressões de tantas vidas. É o inconsciente coletivo. Movimento consciente de poucas almas. É o medo expresso do porvir nas unhas roídas de tantos dedos. É o nervosismo expresso nos braços cruzados. É a paz tóxica tragada em cigarros. São as cordas vocais marcando os pescoços. E a organização de um mundo novo. É a coragem daqueles que acreditam em si. São as mãos entrelaçadas que protegem um ao outro. São os pacíficos. Os moderados. Os agressivos. A união de vários que formam a correnteza. Rio que derruba barreiras, transpõe margens, invade limites. Mostra sua autonomia, concretiza utopias. Acredita na vida. Mundo de alegrias. São cabelos despenteados. Roupas sem marcas. Almas marcadas. Brilham por dentro. Não brilham por fora. É o fogo interior que a chuva não pode apagar. E que os gritos e ameaças não podem acessar. É o rio incandescente que ferve as veias. São os valentes. Os destemidos. Que não se corrompem pelo dinheiro, para sentir o poder. Que não precisam de armas para mostrar sua força. Que não precisam de músculos para impor respeito. São os poucos e bons. Nasceram poderosos, no berço das grandes idéias. Torres intransponíveis, alicerçadas nos céus. São os realmente humanos. Os que mataram o egoísmo. É o brilho dos parques, nas manhãs de domingo. É a abnegação. Negação de si mesmo. Entrega a um grupo, que pensa no mundo. São os gritos criados, para varrer a sujeira. É à beira do abismo, para o inimigo. Inimigos de si mesmos. Que mataram seus ideais, para se sentirem os tais. É o sentido para os que perderam o sentido. A direção para os que perderam o rumo. O norte para os que remavam para o sul. As idéias para os que sofrem amnésia. É a luta pela democracia ofuscada pela burrocracia dos egoístas. É a esperança que move os sonhadores. São os sonhos que viram realidade. É a realidade de um mundo justo. Aonde todos possam sonhar. E acordar. E lutar. E dormir. É um dia após o outro. E outro. E outro. Resistindo bravamente aos valores invertidos. Aos fracos de espírito. É o grito pela harmonia, justiça, paz e amor. É a luta pela democracia. É o chapéu que tiro para os idealistas.

Lucas Kafruni

Encontrando a paz interior.

 

Sempre procurei por respostas, pedaços de um quebra cabeça espalhado pelo mundo que traria a compreensão do meu próprio ser. Sentia que precisava encontrar alguma coisa que eu tinha perdido, e para isso precisava de certas chaves que me trariam o acesso desses pedaços de mim mesmo. Encontrei várias chaves. Elas estavam no espiritualismo, espiritismo, budismo, ocultismo, e todos ismos disponíveis para os que estão buscando o caminho de volta para a casa. As chaves eram interessantes, instigantes, misteriosas, mas do que me adiantavam, se eu não enxergava nenhuma porta? Passei então a buscar esses lugares que escondiam aquilo que havia virado meu tesouro perdido, pedaços de um quebra cabeça de mim mesmo. Fui viajar, ver como era o mundo além do meu bairro, tentar encontrar algum lugar, uma cena, uma lembrança, uma cadeira, arvore, rio, qualquer coisa que me trouxesse um vago de indicio daquilo que procurava. Também não encontrei. Fiquei frustrado. Então fui tentar fazer outras viagens, busquei experiências  fora do corpo, afinal, as respostas podiam estar escondidas em outras dimensões. Não era por ai, aliás, esse é o caminho predileto para se perder totalmente se não estiver bem preparado.

 

Cansei. Sentei no sofá, tomei uma coca-cola. Símbolo supremo do materialismo. Aquele que promete preencher o vazio existencial das pessoas, através de produtos maquiados por belíssimas e sedutoras propagandas. Questionei-me: vazio existencial? Será que essa idéia não foi difundida pelas mesmas pessoas que criaram produtos que tinham por objetivo me “satisfazer” interiormente? Será que isso que sinto, é realmente um vazio existencial, ou ocuparam tanto minha mente com o culto ao exterior, que me afastei do meu interior ao ponto de achar não há nada lá dentro? E por isso sigo consumindo freneticamente porcarias que me prometem a satisfação interna? Bons questionamentos. Joguei a coca-cola no lixo. Sentei em posição confortável, era hora de meditar. Entrar lá dentro, aonde o silêncio pode parecer ensurdecedor. Ao que fechei os olhos, respirei pela boca, relaxei, e centrei minha consciência no centro interior, aconteceu algo diferente. Fui tragado para dentro de mim mesmo. Ou melhor, mergulhei no meu interior, se é possível dizer isso. Minha consciência estava em outro lugar. De imediato pude sentir um grande alivio e paz interior. Uma sensação de reencontro com aquilo que eu tinha perdido. Era ela, minha essência.

 

Era a projeção mental de meu paraíso perfeito. Uma floresta deslumbrante, com a exuberância de outros mundos. Comecei a caminhar dentro deste meu paraíso perdido. Senti minhas energias mais sublimes. Banhei-me nas águas da minha cachoeira. Senti meu sol interior se iluminando com intensidade. Conversei com os espíritos da natureza. Transmutei energias perniciosas. Lancei para o infinito as energias errantes. Criei uma bolha de proteção contra os maus pensamentos. Junto com toda sorte de experiências sinestésicas, possíveis na imaginação. Senti-me totalmente completo. Ali compreendi, finalmente, compreendi. Tudo que eu procurava no lado de fora foi perda de tempo, tudo que eu sempre busquei estava mais perto do que eu imaginava. Dentro de mim mesmo. Enfim tinha encontrado aquilo que a sociedade tinha me feito perder, o acesso ao meu eu interior. Ao mundo interior que existe dentro de cada um de nós, com todas respostas e ferramentas necessárias para que vivamos nossa vida material de forma equilibrada, fazendo aquilo que de fato agente nasceu para fazer, e vivendo em harmonia com todas pessoas, de forma a aprender uns com os outros e, evoluir cada dia mais.

 

Só existia uma chave, só existia uma porta, eu apenas havia esquecido disto, como todos demais que vivem num mundo agitado demais para dar-se tempo de olhar para si. Se tens a mesma busca que eu, procure dentro de si mesmo aquilo que achava estar do lado de fora. Se você acredita que tudo é material, e está preocupado demais em ser o melhor, ter mais dinheiro, mais status, por favor, faça uma incursão interna, e veja quanta beleza existe dentro de você, que essa sua busca externa, causada pela ambição desenfreada tem lhe privado de desfrutar. Não busque lá fora, o que você só pode encontrar dentro de você.

Lucas Kafruni

Avante

Não.
Não olhe para trás.
Vá em frente.
Como quem não quer nada.
Como quem nunca quis nada.
Com alguém que há de querer,
algo que não se sabe oque é.
Simples vá em frente.
Navegando pelo rio da vida,
sem deixar âncoras no caminho,
nem mágoas no destino.
Simplesmente vá.
Com a certeza oculta,
de que todas incertezas,
são apenas parte da correnteza,
que nos leva há algum lugar.
E mesmo que não se saiba,
há que portos chegar,
ainda assim, vá.
Olhando sempre à frente,
nunca ao passado,
desapegado de tudo,
de todos casos e acasos.
Com olhos de quem nasceu ontem,
e com ástucia das muitas vidas.
Deixe fluir, não ceda as dúvidas.
Não deixe que as tormentas do passado,
formem as tempestades e ondas,
que mais a frente podem lhe engolir.
Deixe ir.
Mais a frente algum farol,
irá indicar o caminho,
e tudo fará sentido.
Não olhe para trás.
Vá em frente.
Deixe fluir.

Lucas K.

A perigosa e tentadora emoção

Não há nada mais duro que a realidade por si só. A verdade nua e crua dos fatos, doa a quem doer. O homem cético, pragmático, objetivo. A vida de planejamento, metas, objetivos. Saber para onde se está indo mata a doçura que é a imprevisibilidade da vida. Avaliar impactos, medir riscos, é o escudo de uma razão sensível demais para lidar com a instabilidade da emoção. O homem por demais racional, no fundo, traça caminhos retos por medo de enfrentar o frio da barriga de uma montanha russa emocional. É pacato, taciturno, desinteressante. A emoção desregrada, por mais que conduza à um labirinto sem fim, dá a pitada de aventura a qual a razão jamais se permitiria, que é  a imprevisibilidade do próximo passo. A irresponsabilidade de se deixar seduzir pelos desejos, pelos enganos, e correr o grande risco de dar com a cara nas portas da vida. E mesmo sofrendo muito, e sabendo que muitas portas já se fecharam e se fecharão, tomar-se pela imaturidade sonhadora de que a próxima porta, pode ser a certa. É, não é um caminho para os fracos, nem para os fortes, mas para os ditos loucos, os sonhadores. Tomar-se pela emoção para se guiar pelas estradas da vida, é vendar os olhos para o que está na frente, e seguir na esperança de encontrar o inimaginável. E não aquilo que está limitado à visão racional do ser humano. E esse é o grande trunfo. A razão só enxerga as probabilidades conhecidas, é finita por si só. Já a emoção, por mais que não enxergue nada, é contraditoriamente infinita em sua própria limitação de visão. Cabe apenas ao ser humano, decidir ente a racionalidade, que voa baixo, mas mede os impactos de uma queda; ou a emocionalidade, que voa alto demais para enxergar o chão, e se esquece que a queda pode ser dura demais. É, sentir é bom, mas raciocinar é preciso.

Lucas Kafruni

Liberte o filósofo que existe em você.

 

Nessa era digital, dinâmica e muito rápida que nós estamos vivendo, sempre penso que ninguém tem  muito tempo para se dedicar a leitura na internet de qualquer tipo de ideia mais reflexiva, que precise de muita introspecção e devaneios para ser absorvida. Tudo tem que ser para ontem, tudo tem que ser muito objetivo e de fácil compreensão – até porque a internet impõe esse ritmo alucinante. E disso nós já estamos carecas de saber.

A novidade é que nós podemos nos adaptar a essa nova realidade, a esse novo modelo, e ao invés de ficar em um discurso velho e saudosista de tempos remotos, onde as pessoas detinham conhecimento adquirido através da reflexão, podemos inovar, criar uma reflexão objetiva a partir da informação – por mais que isso possa parecer totalmente contraditório. Podemos mudar o movimento, deixar um pouco a navegação na internet, e mergulhar por alguns instantes nas profundezas dela. Mergulhos rápidos, esporádicos, objetivos, mas muito úteis para nossa alma que vive escrava de uma sociedade imediatista.

Nós não precisamos nos prender em extensivas leituras filosóficas, ou à apenas nos dedicarmos a compartilhar pensamentos fragmentados de grandes idealistas e escritores. Porra, todos são pensadores!  Não conheço uma pessoa, desde que eu me tenho por gente, que não tenha me ensinado alguma coisa útil para minha vida – que não tenha agregado no meu aprendizado diário. E é disso que eu estou falando, imagina se daquelas pequenas experiências do nosso dia-dia, fizéssemos pequenos posts? Veríamos grandes comentários. Seriamos todos pequenos pensadores, mas que nessa retroalimentação, evoluiríamos muito mais rápidos – e o mais importante, traríamos a reflexão para uma plataforma totalmente objetiva.

Isso pode parecer viagem, mas não é, seria como refletir em um contexto objetivo. De certa forma isso já acontece, através de algumas correntes que passam pelo e-mail ou posts pontuais de causas sociais, ecológicas, raciais, etc. Mas pode ir além, podemos sair desse clichê de discussão de grandes ideias, e passar a compartilhar pequenos aprendizados, que com certeza pode servir para o crescimento coletivo.  

Então, porra, liberte o filósofo que existe em você. Nós somos uma nova geração que pensa de uma maneira diferente, que nasceu em meio ao dinamismo, e que pode criar, e re-criar novas formas de pensar.  Não podemos deixar que toda essa riqueza adquirida,  seja esquecida no porão de nossas mentes – VAMOS COMPARTILHAR.

Lucas K.

Meu brasil, brasileiro

São bocas adultas. Não querem largar as tetas que estão mamando. Seguem sugando, prostrados em sua imoralidade. Discursam mentiras, como as rezas puras de um padre em um confessionário. Aos ingênuos, parecem verdadeiros. São articulados, posicionados, parecem até bem intencionados. Esquece-se que, com as mesmas competências, o Lobo mau enganou a Chapeuzinho Vermelho. E assim seguem enganando o Brasil inteiro. De ponta a ponta. Como um conto infantil. Não são mestres da arte. Mas são atores da mentira. Sociopatas de carteirinha. Aprendem desde cedo os tratados da manipulação. Uma mentira contada muitas vezes, vira uma verdade. De Hitler vem suas inspirações. São as mentes corruptas. Não perceberam que a mais grave das injúrias foi terem corrompido a si mesmos. Mas é claro que não. Isso é sociopatia. E os brasileiros votantes? A vergonhosa apatia. Afinal, para que se incomodar por uma tal de democracia? Quero mais é saber quando vai rolar a cervejinha.

Lucas K.